<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Carvalho, E.</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A Ética da Crença: uma Defesa Moderada da Posição Indiciária</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Sofia</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2018</style></year></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">https://www.academia.edu/30487948/A_%C3%89tica_da_Cren%C3%A7a_uma_Defesa_Moderada_da_Posi%C3%A7%C3%A3o_Indici%C3%A1ria</style></url></web-urls></urls><volume><style face="normal" font="default" size="100%">7</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">17-40</style></pages><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;Neste artigo, articulo e critico os dois principais argumentos apresentados por Clifford em favor da norma de que é ilegítimo crer com base em evidência insuficiente. O primeiro argumento apela para o valor instrumental da crença, e o segundo apela para o nosso interesse intrínseco na verdade. Ambos os argumentos trazem à tona a relevância de fatores morais e sociais para a determinação de normas da crença. Eu sustento que o primeiro argumento é insuficiente para estabelecer a norma de Clifford em geral. Crenças que não são meios para ações ficam de fora do escopo do primeiro argumento. O segundo argumento tem um alcance mais abrangente. Contudo, ele pode ser bloqueado se o agente segue uma norma intelectualista que visa insular as crenças injustificadas do restante da sua vida cognitiva e ativa. É uma questão empírica se agentes humanos são capazes de seguir essa norma. Defendo uma reformulação da norma de Clifford, incluindo alguns parâmetros que influenciam a suficiência dos indícios. Por fim, fatores morais ou prudenciais podem afetar a legitimidade da crença. É legítimo crer sem indícios suficientes apenas em casos especiais, quando o agente insula a crença injustificada, ou quando o bem que advém da crença sobrepuja os malefícios da credulidade.&lt;/p&gt;
</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record></records></xml>