<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>5</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Carvalho, E.</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A abordagem ecológica das habilidades e a epistemologia dos eixos</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Epistemologia dos eixos: interpretações e debates sobre as (in)certezas de Wittgenstein</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2022</style></year></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">https://www.academia.edu/44498046/A_abordagem_ecol%C3%B3gica_das_habilidades_e_a_epistemologia_dos_eixos</style></url></web-urls></urls><publisher><style face="normal" font="default" size="100%">Editora Fênix</style></publisher><pub-location><style face="normal" font="default" size="100%">Porto Alegre</style></pub-location><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;Neste texto, discuto a interpretação defendida por Moyal-Sharrock, segundo a qual as proposições eixo são maneiras de agir com o objetivo de oferecer uma proposta sobre como compreendê-las. Sustento que a posição de Moyal-Sharrock deixa algumas lacunas, porque não explica a origem das nossas certezas fundamentais. A sua leitura também carece de recursos para responder ao problema da demarcação, uma vez que não é claro como distinguir maneiras de agir que podem legitimamente cumprir o papel de fundamento não fundamentado das que não podem. Sem uma resposta para esse problema, a ameaça relativista é séria. Proponho, então, que as proposições eixo são maneiras de agir constitutivas de habilidades. Desenvolvo também uma abordagem ecológica das habilidades, a qual me possibilita explicar por que habilidades são embebidas-de-realidade e, por conseguinte, por que as maneiras de agir que as constituem são fundamentos não fundamentados legítimos. Com base nessa abordagem, ofereço uma resposta para o problema da demarcação que afasta a ameaça relativista.&lt;/p&gt;
</style></abstract></record></records></xml>