<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Carvalho, E. M.</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Teorias da Conspiração: por que algumas não valem um caracol</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Perspectiva Filosófica</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2021</style></year></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">https://www.academia.edu/44447827/Teorias_da_Conspira%C3%A7%C3%A3o_Por_que_algumas_n%C3%A3o_valem_um_caracol</style></url></web-urls></urls><volume><style face="normal" font="default" size="100%">48</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">340-357</style></pages><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;Neste artigo, mapeio o terreno da discussão em torno das teorias da conspiração, destacando o problema de como defini-las, os fatores que levam à crença nas teorias da conspiração, os seus potenciais prejuízos e como devemos reagir a elas. Defendo que devemos avaliar as consequências da crença em uma teoria da conspiração para determinar se ela deve ser levada a serio ou não. Em bloco, as teorias da conspiração ameaçam a capacidade coletiva de produção de conhecimento e devemos nos preocupar com a sua difusão. &lt;/p&gt;
</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">2</style></issue></record></records></xml>