<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Carvalho, Eros Moreira</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O disjuntivismo ecológico e o argumento causal</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Trans/Form/Ação</style></secondary-title></titles><keywords><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">⛔ No DOI found</style></keyword></keywords><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2023</style></year></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">https://philpapers.org/rec/CARODE-5</style></url></web-urls></urls><volume><style face="normal" font="default" size="100%">46</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">147-174</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;Neste artigo, argumento que a abordagem ecológica da percepção oferece recursos para desarmar o argumento causal contra o disjuntivismo. Segundo o argumento causal, como os estados cerebrais que proximamente antecedem a experiência perceptiva e a experiência alucinatória correspondente podem ser do mesmo tipo, não haveria portanto uma boa razão para rejeitar que a experiência perceptiva e a experiência alucinatória correspondente tenham fundamentalmente a mesma natureza. O disjuntivismo com respeito à natureza da experiência seria assim falso. Identifico três suposições que apoiam o argumento causal: a suposição da indistinguibilidade, a suposição da linearidade e a suposição da duplicação. De acordo com a abordagem ecológica da percepção, essas suposições não se sustentam, abrindo espaço para a defesa de uma versão ecológica do disjuntivismo. Episódios perceptivos se estendem ao longo do tempo e são supervenientes ao sistema organismo-ambiente. Eles também podem ser distinguidos dos 'correspondentes' episódios de alucinação por serem o resultado de um processo controlado de sintonização, ao passo que as alucinações são passivas e refratárias às atividades de exploração e sintonização. Por fim, o disjuntivismo ecológico, na medida em que é imune ao argumento causal, se mostra vantajoso em relação aos disjuntivismos negativo e positivo.&lt;/p&gt;
</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">Edição Special 1</style></issue></record></records></xml>