<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>5</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Carvalho, E. M.</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Algumas suspeitas sobre O Ceticismo sob Suspeita</style></title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">Forthcoming</style></year></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">https://www.academia.edu/123148737/Algumas_suspeitas_sobre_O_ceticismo_sob_suspeita</style></url></web-urls></urls><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;Neste breve texto, vou me concentrar em dois temas que me são caros e que Plínio Smith aborda mais de uma vez ao longo do seu livro, O Ceticismo sob Suspeita: o externismo e a filosofia da linguagem ordinária. Quero aproveitar a oportunidade para levantar algumas suspeitas sobre as suspeitas que Plínio lança sobre essas posições. Se apanhei bem o espírito do ceticismo que anima o Plínio, suspeito que ele possa ser aplicado a alguns — poucos, diga-se de passagem — exageros céticos que me parecem presentes em alguns momentos do seu livro.&lt;/p&gt;
</style></abstract></record></records></xml>