<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">As máquinas podem cuidar?</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">O que nos faz pensar</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2024</style></year></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">https://philpapers.org/rec/CARAMP-8</style></url></web-urls></urls><volume><style face="normal" font="default" size="100%">31</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">6-24</style></pages><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;Aplicações e dispositivos de inteligência artificial são cada vez mais comuns na área da saúde. Robôs que cumpram algumas funções de cuidado não são um futuro distante. Neste cenário, temos de nos perguntar se é possível haver máquinas capazes de cuidar a ponto de substituírem completamente o cuidado humano e se essa substituição, em sendo possível, é desejável. Neste artigo, argumento que o cuidado requer saberes-fazeres permeados por afetividade que estão longe de&lt;br /&gt;
serem realizados pelas máquinas atualmente disponíveis. Sustento também que a substituição completa do cuidado realizado por humanos por cuidado realizado por máquinas não é desejável porque o cuidado requer conexão humana real.&lt;/p&gt;
</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">53</style></issue></record></records></xml>