<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Levy, Lia</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A recusa da definição de homem como animal racional na Segunda Meditação (1a Parte)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Analytica</style></secondary-title></titles><keywords><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">cogito</style></keyword><keyword><style  face="normal" font="default" size="100%">descartes</style></keyword></keywords><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2009</style></year></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">https://revistas.ufrj.br/index.php/analytica/article/view/558</style></url></web-urls></urls><number><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></number><volume><style face="normal" font="default" size="100%">13</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">257–284</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;Este artigo prolonga a análise do argumento apresentado por Descartes em favor da primeira certeza no início da Segunda Meditação, iniciada em um artigo anterior. É examinada a passagem subsequente ao referido argumento com vistas a estabelecer que sua compreensão aponta para um debate velado entre Descartes e seus leitores versa- dos na doutrina escolástica, mais particularmente nas concepções da definição como estruturada pela composição do gênero e da diferença e de específica e de conceito universal abstrato. Procuro mostrar que as razões que Des- cartes dispõe para recusar essas concepções podem ser extraídas de certa interpretação do argumento em favor da certeza da proposição eu existo e que essa recusa é imprescindível para a compreensão adequada do penso, logo existo e, portanto, de seu argumento em favor do dualismo.&lt;/p&gt;
</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue><notes><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;n/a&lt;/p&gt;
</style></notes></record></records></xml>