<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>5</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Levy, Lia</style></author></authors><secondary-authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Zingano, Marco</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Évora;, Fátima</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Faria, Paulo</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Loparic, Andrea</style></author><author><style face="normal" font="default" size="100%">Santos, Luiz Henrique Lopes dos</style></author></secondary-authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Ainda o cogito: uma reconstrução do argumento da Segunda Meditação</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Lógica e Ontologia. Ensaios em Homenagem a Balthazar Barbosa Filho</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2004</style></year></dates><publisher><style face="normal" font="default" size="100%">Discurso Editorial</style></publisher><pub-location><style face="normal" font="default" size="100%">São Paulo</style></pub-location><pages><style face="normal" font="default" size="100%">209–232</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;Meu objetivo neste texto é simplesmente analisar o quarto parágrafo da Segunda Meditação (AT VII, 24-25; IX-1,19), no qual ele supostamente apresenta este mesmo argumento sem empregar a famosa expressão. Das muitas, diversas e relevantes questões filosóficas que este argumento suscita, gostaria de me concentrar em investigar se ele pode ser reconstruído sem que seja necessário introduzir – como uma premissa não justificada – a concepção do pensamento como sendo essencialmente consciência de si e, portanto, como envolvendo - por definição, a auto-referência imediata e incorrigível do sujeito a si mesmo. Gostaria de poder mostrar que o argumento não apenas independe dessa concepção como, além disso, conduz a essa concepção; todavia, somente o primeiro passo em direção a esta interpretação será dado neste artigo.&lt;/p&gt;
</style></abstract><work-type><style face="normal" font="default" size="100%">Book chapter/section</style></work-type><notes><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;n/a&lt;/p&gt;
</style></notes></record></records></xml>