<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="6.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Levy, Lia</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Notas sobre o conceito de atenção em Descartes</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Modernos e Contemporâneos</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2017</style></year></dates><urls><web-urls><url><style face="normal" font="default" size="100%">https://ojs.ifch.unicamp.br/index.php/modernoscontemporaneos/article/view/3256</style></url></web-urls></urls><volume><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">46-56</style></pages><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;Este artigo busca evidenciar as vantagens exegéticas de um estudo mais amplo sobre o conceito de atenção na filosofia de Descartes e avançar preliminarmente algumas hipóteses sobre seu sentido e função. Mais precisamente, sugere-se uma aproximação dos conceitos de atenção e tempo, de modo que a primeira se definiria - não como uma experiência subjetiva incomunicável, ou como uma qualidade dessa experiência-, mas em relação ao conceito cartesiano de duração, tanto em sua conexão com a mente humana quanto independentemente dessa conexão. A atenção não designaria primariamente um estado psicológico disposicional (que disporia a mente ao conhecimento). Ao contrário, o conceito de atenção poderia assumir esse sentido derivado apenas na medida em que é concebido como uma certa configuração da existência da alma, a qual é propriamente uma duração temporal.&lt;/p&gt;
</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">2</style></issue></record></records></xml>